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O adeus ao apartamento

Famílias goianas trocam metros quadrados centrais por natureza, espaço e
comunidade, e descobrem que a casa de campo virou o lugar onde a vida
acontece de verdade
.

Aos 48 anos, o engenheiro civil Rafael Mendonça passou quase duas décadas morando num
apartamento de 120m² no Setor Bueno, em Goiânia. Bairro nobre, localização central, portaria 24
horas. Tudo o que a classe média-alta goiana considera sinônimo de qualidade de vida. Até que ele
levou os filhos ao Terra Santa, em Trindade, num fim de semana de outubro.
“A gente chegou na sexta à noite. Sábado de manhã, meu filho de 9 anos acordou sozinho, foi pro
quintal e ficou duas horas explorando o cerrado sem celular”, conta ele. “Aí eu entendi que estava
faltando alguma coisa na vida deles — e na minha.”


A história de Rafael não é isolada. Tem crescido em Goiânia um movimento silencioso, mas
consistente: famílias da classe média-alta que estão repensando o que significa morar bem. O
apartamento compacto no centro — que por décadas foi símbolo de status e praticidade — começa
a perder espaço para uma outra equação: lote grande, natureza preservada, comunidade real e,
sobretudo, tempo juntos.


O que começa como casa de campo frequentemente se transforma em algo mais definitivo. Não são
poucos os proprietários do Terra Santa que, depois de alguns anos frequentando o empreendimento
regularmente, tomaram a decisão de mudar de vez. O que era destino de fim de semana virou
endereço fixo — e Goiânia passou a ser a cidade que se visita, não onde se vive.


O Terra Santa Cidade do Lazer, da Mundo Planalto, localizado a 35km de Goiânia, tornou-se um dos
casos mais emblemáticos desse fenômeno. Com lotes que variam de 1.000m² a 3.500m², seis
condomínios residenciais, mais de 1 milhão de metros quadrados de matas e áreas de preservação
permanentes do Cerrado, e o Arca Parque integrado ao complexo, o Terra Santa entrega o que o
apartamento nunca conseguiu: espaço para a vida acontecer.

DADO EM DESTAQUE
Segundo o Instituto Global de Bem-Estar, a economia mundial do wellness
movimentou US$ 6,8 trilhões em 2024. A busca por ambientes que favoreçam
saúde, natureza e qualidade de vida deixou de ser nicho e tornou-se um dos
principais vetores de decisão de moradia no mundo.

O Arca Parque — estrutura de lazer privativa com acesso direto a partir dos condomínios — funciona
como o coração dessa proposta. Em um único ambiente, concentra o que pesquisadores da área de
bem-estar chamam de múltiplos benefícios num só lugar: contato com natureza, movimento físico,
baixa carga sensorial, ritmo desacelerado. É o oposto do que se encontra num apartamento de alto
padrão no centro da cidade.


Mas talvez o ativo mais subestimado do Terra Santa seja o que não está em nenhum folder: a
dimensão multigeracional. É no lote grande, com quintal de Cerrado, lago visível da varanda e
parque no final da rua, que avós, filhos e netos encontram um motivo real para estar juntos — não
apenas no mesmo espaço, mas na mesma experiência.


“Meu pai tem 74 anos e não sai muito de casa em Goiânia. Aqui ele caminha, pesca, fica com as
crianças na piscina. A gente nunca viveu tanto junto quanto desde que compramos aqui”, relata uma
moradora, professora universitária de 43 anos. É essa conexão que transforma uma casa de campo num projeto de vida, e não apenas num bem imóvel.

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